Diário de um detento: “O Relógio Na Cadeia Anda Em Câmera Lenta”

A música “Diário de um Detento” está presente no disco “Sobrevivendo no inferno” que teve mais de 500 mil cópias vendidas sendo assim o disco mais popular do grupo. Antes de falar exatamente sobre o ponto principal do texto, é importante deixar claro o porquê da escolha dessa música, no meio de tantas outras. No começo foi até difícil escolher qual música em específico para escrever, pois como afirmou meu colega de curso Damilson Santos as letras apresentam uma “metralhadora de crítica social”, no entanto o que me chamou mais atenção não foi de início a letra, mas sim a melodia que tem um ritmo compassado que cria um clima ímpar para a canção. Logo depois o susto com a melodia, vem a letra, ainda mais impactante.

A “Liquidez” do mundo contemporâneo e as novas práticas ludo-eletrônicas

Em linhas gerais Platão explicita que para o ser humano atingir a plenitude filosófica precisa necessariamente compreender os grilhões intelectuais que o prende dentro de “sua caverna” afim de que dessa forma possa sair das sombras e compreender o mundo em sua plenitude. Apesar de tal ideário ter sido constituído em um tempo histórico totalmente distinto ao tempo presente, o arcabouçou desenvolvido por Platão é importante na medida em que nos elucida a importância de conhecermos o mundo, não apenas por aquilo que estamos acostumados, mas também por outras visões e perspectivas. Se Platão fosse vivo nos dias atuais, talvez chegasse a conclusão de que não é a falta de informação que nos prende as sombras e sim o excesso dela que nos expõe a formação do conhecimento esfacelado.

QUEM MATOU JOÃO NINGUÉM

Salve galera, vamos falar de quadrinho alternativo, alternativo E alternativo… porque três vezes alternativo? Primeiro, é brasileiro. Segundo, é cearense. Terceiro, foi feito com apoio de um edital do governo! Que rota estranha, não? Estou falando do quadrinho de super-heroi “Quem matou João Ninguém”, de autoria do excelente Zé Wellington (que também escreve Steampunk Ladies) e Wagner Nogueira com diversos bons artistas (destaco Wagner de Souza, o que mais me agradou). “Super-heroi brasileiro não dá certo”, é o pensamento mais comum. Vejamos como o Sujeito-Homem, o heroi da história, superou esse pensamento nesta ótima HQ!

Demolidor – Segunda temporada

Fala galera, quantos de nós já assistiram à segunda temporada dessa ótima série que é Daredevil, ou Demolidor, como conhecemos o personagem nos quadrinhos. Depois de uma primeira e excelente temporada, a série retornou com novos e excelentes episódios no dia 18 de março, trazendo como novidades o Justiceiro (Punisher) e Elektra, além da participação especial de outros conhecidos. Mais uma vez a parceria Marvel e Netflix foi muito feliz na adaptação das aventuras do advogado cego Matt Murdock (muito bem representado pelo ator Charlie Cox), alter ego do heroi. Mas vamos às considerações gerais!

Superman – Entre a Foice e o Martelo

E aí, pessoal! Falando de Superman e uma HQ dele que figura entre as melhores coisas que li do personagem. Escrita pelo prolífico Mark Millar, “Superman Red Son”, (título original) é uma história bem imaginativa onde o autor nos levar a pensar no que poderia acontecer caso Kal-El, o último sobrevivente do planeta Krypton, caísse na antiga União Soviética, em vez de em solo estadunidense. Ao lado de Stalin, Superman (que mantém esse nome a história inteira, e não é chamado de um equivalente da língua russa, creio eu, para não descaracterizar) se torna a grande esperança e o orgulho da URSS.