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And Then I Vanish – 2015

edward 12 de julho de 2015
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Ainda vivemos sob o império da lógica,  eis aí, bem entendido, onde eu queria chegar. Mas os procedimentos lógicos, em nossos dias,  só se aplicam à resolução de problemas secundários. O racionalismo absoluto que continua em moda não permite considerar senão fatos dependendo estreitamente de nossa experiência.

André Breton – 1924

And-Then-I-Vanish-2

Não me atreverei a dissertar sobre a escola surrealista, ou ao processo da escrita automática ( escrita surrealista ) ou aos derivados dadaísta da década francesa de 20. Mas se pararmos para avaliar um pouco das razões pelas quais os surrealistas em nas suas mais diversas manifestações traduzidas por gênios diversos como Salvador Dali, Frida Kahlo, Joan Mir e tantos outros deram a importância do subconsciente na criação por essa sensação vertiginosa que obras como a deles causam a plateia sensível. E pela obra que se venho lembrar desse lascivo envolvimento com o cinema através de cineastas subversivos como Luis Buñuel e as manifestações diretas no movimento Lowbrow Art à quem nós consumimos nas manifestações artística de Tim Burton e até mesmo o repercutido pop Sucker Punch do famigerado Zack Snyder.

Como na escrita nas palavras do Manifeste du surréalisme da qual o trecho de cabeçalho desse texto foi tirado poderíamos fazer o exercício de desvincular-se dessas amarras castradoras em que submetemos a nós mesmos e outros de patota social poderíamos aproveitar alguma mensagem em que o nosso “eu” pode estar se debatendo e arranhando as paredes de sua consciência afim em pleno – alegóricos – pulmões gritar para a realidade escrava dessa lógica? Será que a sociedade mudou tanto assim ?

O vídeo abaixo é da autoria de Cornel Swoboda em que descreve-o com um “vídeo-poema surreal” produzido em horas vagas. O Design de som ficou a cargo de Oliver Salkic, a narração é de Victoria Ward de um poemae escrito pelo autor do vídeo em parceria com Ron Weaver.

Portifólio do Artista: https://www.behance.net/cornelswoboda

And Then I Vanish from cornel on Vimeo.

As we rose from the ashes,
sparking entities bygone.
With all their dreams and hopes I share.
They are never quiet. Never.
I only dare to answer:
I am the goddess of the void.
I feel ancient, I feel tired.
So I turn around in wonder…
…to see a future concealed, a future pale.
And then I vanish.

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