Existe uma Literatura Fantástica com Viés Nacional?

Da mesma forma, os contos fantásticos de Machado de Assis, e de vários outros romanticos, seguiam a trilha onírica tão cultivada no gênero em França. Sobre isso, é importante ressaltar que não é intensão aqui apontar algum demérito a estas obras por sua influêcia estrangeira, pelo contrário. O único objetivo aqui é especular sobre a existência, ou não, de aspectos nacionais em nossa produção fantástica, sem uma maior análise de qualidade literária, certo? Esclarecido isso, vamos em frente. [...]

Nós, Os Jimmys.

Afinal estamos absortos na era do consumo dos equipamentos de alta-fidelidade, como alguns preferem dizer: “mais real que realidade” um simplista console de 8 bits não parece elencar nenhum outro sentimento mais profundo além de, uma lembrança para alguns, enquanto para uma outra grande parcela um curioso estado de distante conhecimento histórico desncessário (?!) ou um desafetuosa sensação hipster. Uma aventura iniciada em O Gênio do Video Game ( The Wizard ) e que desfecha em Detona Ralph ( Wreck-It Ralph ) e mostra como embutir uma propaganda de uma era em um filme. [...]

Dust Devils, RPG no Velho Oeste

Publicado no Brasil em 2012 pela Redbox Editora, Dust Devils veio suprir uma grande carência do mercado nacional, ou seja, de jogos com temática ‘western’. Tivemos sim incursões anteriores neste sentido, mas nada que tenha, até hoje, conquistado a relevância que este jogo obteve, e não somente pelo tema em que é ambientado, mas pelo inovador sistema de regras sob o qual foi idealizado. [...]

Entropia Zine

Qualquer um. E qualquer um deles sabe o que é um fanzine. E podem até pensar que não sabem fazer uma “revista de fã”. Mas estão enganados. Todo mundo pode fazer fanzines. Você sabe fazer. Talvez não saiba disso, mas se começar, vai acontecer. E não precisa ser de quadrinhos. Já vi de poesia, de fotos, de música… mas os meus preferidos são de quadrinhos. [...]

O E-book é um Meio e não o Fim!

Talvez uma das discussões mais recorrentes no meio literário contemporâneo seja em relação à discussão existente entre leitura por meio físico ou digital. A medida que crescem as vendas de livros em formato e-book, e diferentes plataformas investem na mídia no país – seguindo exemplo de seu mercado guia, o americano -, mais se inflamam os argumentos de ambos os lados sobre uma possível substituição da leitura virtual sobre a real; algo até aceitável se analisarmos o histórico da inclusão de outras tecnologias dentro de determinados contextos. [...]