Superman – Entre a Foice e o Martelo

E aí, pessoal! Falando de Superman e uma HQ dele que figura entre as melhores coisas que li do personagem. Escrita pelo prolífico Mark Millar, “Superman Red Son”, (título original) é uma história bem imaginativa onde o autor nos levar a pensar no que poderia acontecer caso Kal-El, o último sobrevivente do planeta Krypton, caísse na antiga União Soviética, em vez de em solo estadunidense. Ao lado de Stalin, Superman (que mantém esse nome a história inteira, e não é chamado de um equivalente da língua russa, creio eu, para não descaracterizar) se torna a grande esperança e o orgulho da URSS.

Clive Barker – O Ladrão da Eternidade [2006]

Clive Barker, onde esse nome figura na autoria de algum obra é sinal de atenção para diversas leitores de que ali poderá ter um genuína poesia imegética da transgressora e visceral forma de arte. Autor este, responsável por alguns ícones que já permeiam a cultura pop de horror com personagens de obras como Hellraiser e Cabal. Mas o que Barker já deixou claro: não respeita limites, resolveu materializar um desejo antigo, que era escrever um conto juvenil com as limitações naturais que isso carrega, sobre um dos monstros que mais açoita que mais perturba diversos jovens do mundo: o tédio. Mas caso seje de desejo pleno você está convidado à Casa de Férias.

ZÉ GATÃO – Crônica do Tempo Perdido

Oi gente, como prometido, segunda postagem sobre o personagem Zé Gatão e seu criador, o mestre Eduardo Schloesser! Depois de “A Cidade do medo”, lançado em 1997 e que falei na postagem anterior, ele conseguiu lançar “Crônica do Tempo Perdido” em 2003, editado pelo competente Jotapê Martins e sua editora, a Via Lettera. Continuava a luta de um autor nacional para levar seu personagem e suas desventuras a um público cada vez mais focado nos comics, que já vinham às enxurradas nos anos 1990 e, agora, fascinado pelos mangás, que dominam as bancas desde então. Ainda em 1998, Eduardo e Jotapê se encontraram em um evento e daí surgiu a oportunidade para este álbum.